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O fundamento das crenças

² "E não vos conformeis com este mundo, mas transformai-vos pela renovação do vosso entendimento"   Romanos 12:2

⁵ fui circuncidado no oitavo dia, sou da linhagem de Israel, da tribo de Benjamim, hebreu de hebreus; quanto à lei, eu era fariseu; 

⁷ Mas o que para mim era lucro, isto considerei perda por causa de Cristo.  ...Perdi todas essas coisas e as considero como lixo por amor a Cristo"  Fl 3:5-8

     Quando buscamos conhecer o Universo de uma maneira racional por meio da cosmologia,  vemos que para atravessarmos a nossa galáxia, a Via Láctea, numa nave a 60.000km/h, levaríamos mais de um bilhão de anos no percurso. Segundo a mesma ciência, entendemos que, somente na região observável (acessível a observação), existem  bilhões ou trilhões de galáxias. Aí então nos damos conta de que a o nosso planeta terra é menor que um cisco, um ponto microscópico na vastidão do Universo.  Seria uma alienação mental acreditar que a terra é o centro do universo e que o Criador de toda essa estrutura cósmica está preocupado em castigar as pessoas por não ir a igreja no domingo ou em fiscalizar o valor bruto usado para cálculo do dízimo, ou ainda em pedir o  sacrifício de um animal para aplacar a sua ira.   Também não podemos supor que a Fonte Suprema da Vida  escolheria um grupo de pessoas para levar ao céu e  aniquilaria, em um Juízo Final, tudo o que foi criado simplesmente para castigar os moradores da terra.

     Na verdade, temos que crescer, viver ainda muitas vezes para alcançar patamares cada vez mais elevados de sabedoria; temos que buscar a iluminação e  conhecer as Leis do Universo. A Força Criadora envia os seus Elohim, seus mensageiros, os Mestres da Luz, para nos ensinar e nos conduzir a toda a Verdade. Temos que nos despojar das crenças fundamentadas em lendas e mitos passados de geração a geração, seguir o caminho dos Grandes Mestres de Luz e seus ensinamentos.

     Precisamos duvidar, questionar, ponderar e filtrar todas as coisas à luz do entendimento que nos foi concedido pelo Cristo interior, a centelha de Deus que nos dá a vida, nos assiste e nos protege.             Enfim, é prudente nos submetermos a vontade e direção desse que nos ama e está em um grau muito mais elevado do que o nosso. Fazendo uma analogia, a maioria de nós aqui na terra, estamos em termos de conhecimento, no jardim da infância. Temos então que procurar ser aprovados passando para outro nível; recebendo ensinos com complexidade cada vez maior porém, com mais compreensão haja vista o aprendizado dos anos anteriores. Recebendo ensino de Mestres cada vez mais capacitados, os quais nos aplicam as lições adequadas ao nosso nível até estarmos habilitados à grande diplomação. Sabendo, porém, que somos eternos aprendizes; Seres em constante aperfeiçoamento. Aquilo que não compreendemos hoje, se tornará claro amanhã. Os alunos mais dedicados tiram maior proveito.

     Para alcançarmos bom êxito, precisamos questionar, pesquisar e, se aprendemos algo de uma maneira incorreta, temos que estar dispostos a reconhecer nossa falha. Para sermos instruídos na verdade, temos que desembaraçar todos os laços que nos mantém apegados ao erro. Em Filipenses 3:8 e Atos 22:3 vemos um belo relato do apóstolo Paulo onde ele abre mão de toda a sua bagagem religiosa, suas crenças e dogmas bem como de todos os títulos adquiridos por um propósito mais elevado.  Paulo era respeitado por sua posição como cidadão romano, o que lhe concedia direitos e permissões especiais. Desprezou sua honrosa formação aos pés de Gamaliel, um renomado mestre da Lei;  renunciou a privilégios de que poderia desfrutar dado à sua linhagem, cultura e profundidade no conhecimento da Lei judaica. Paulo tinha atributos suficientes para ter do que se vangloriar mais do que qualquer outro judeu. Todavia, abriu mão de todos os seus cobiçados títulos, e os considerou como coisa sem valor para abraçar uma doutrina oposta a tudo que aprendera ao longo da vida. Do mesmo modo, é necessário desconstruirmos tudo aquilo que aprendemos outrora e que acreditávamos ser verdade absoluta, em nome da convicção que adquirimos quando em contato com a Verdade genuína presente nos ensinamentos do Mestre Jesus. 

                                                                       Nós somos Luz!

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